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Titulo Quando Há Arte! - Ensaios de homenagem a Maria do Carmo d'Orey
Autores Vítor Guerreiro (org.), Carlos João Correia (org.), Vítor Moura (org.)
Colecção
Fora de Série
Género
Artes
Proposto por
Vítor Guerreiro
Editor
Suzana Ramos
Formato
15,5x23,5 cm
N.º Páginas
384
Data
Janeiro de 2024
ISBN
978-989-8973-61-0
Notas
Excerto
Um livro de homenagem a Maria do Carmo d'Orey, que é simultaneamente um volume de ensaios sobre múltiplas questões relativas à arte.
Este livro é, antes de mais, uma homenagem à pessoa e à obra filosófica de Maria do Carmo d’Orey, filósofa, artista e professora de Estética da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL). Os ensaios deste volume dividido em três partes – Arte e Realidade, Arte, Imagem e Significado e ainda Exemplificação e Expressão – são assinados por pessoas de várias gerações e contextos, unidas pela estética filosófica e pelo simbolismo deste gesto de reconhecimento. A maior parte dos artigos lida, portanto, com vários aspectos da Filosofia da Arte, especialmente da filosofia de Nelson Goodman.
Maria do Carmo d’Orey (1933-2023) foi filó­sofa, artista e professora universitária.
Natural de Coimbra, estudou primeiramente Artes Plásticas em Londres e Lisboa – especialmente escultura, que sempre fez – e, mais tarde, Filosofia. Tornou­-se assistente convidada em 1976 na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL). Quando iniciou, sob a orientação de Fernando Gil (1937-2006), o doutoramento sobre a fi­losofia da arte de Nelson Goodman (1906-1998), foi também admitida como visiting scho­lar em Harvard, onde trabalhou directamente com Goodman e com a filósofa Catherine Z. Elgin. A tese submetida à FLUL veio a ser publicada pela Fundação Calouste Gulbenkian com o título A Exemplificação na Arte: Um Estu­do sobre Nelson Goodman (1999) e constitui uma defesa empolgante e sistemática do cogniti­vismo estético, cuja perspectiva é a de que a arte expande a nossa compreensão das coisas.
O trabalho de Maria do Carmo d’Orey foi cru­cial e pioneiro para a Filosofia da Arte em Portu­gal, nomeadamente com a criação do mestrado em Estética e Filosofia da Arte, na FLUL, junta­mente com Rui Mário Gonçalves.
Distinguiu-se também por razões não académicas, tendo sido uma das fundadoras da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, em 1969. Referir este aspecto é importante ao lembrar alguém que nunca perdeu de vista a diferença entre a vida académica e o que através desta se procura, sem esquecer a vida maior que lhe dá sentido.

Vítor Guerreiro licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Fez o doutoramento em Estética (Filosofia da Música) na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É investigador na mesma instituição, onde também tem actividade docente. Traduziu vários livros e organizou duas antologias – Filosofia da Música (Dinalivro) e Investigações
Estéticas - Ensaios de Filosofia da Arte (Afrontamento). Tem publicado artigos e co-editou dois números especiais de periódicos académicos.

Carlos João Correia é Professor Associado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Obteve o doutoramento na mesma Universidade com uma tese sobre a filosofia de Paul Ricoeur. Publicou vários livros e mais de uma centena de artigos científicos. As suas áreas de trabalho são a Filosofia da Arte, a Filosofia da Religião, a Filosofia Contemporânea e o Pensamento Clássico Indiano. É responsável pela editora Noites Brancas.

Vítor Moura tem um doutoramento em Filosofia pela Universidade de Wisconsin-Madison. Autor e organizador de vários livros e artigos sobre diversos temas no âmbito da Estética e da Filosofia da Arte, é também Professor Associado no Departamento de Filosofia da Universidade do Minho, onde ensina Estética da Arquitectura, Teoria da Imagem e Estética da Música.
 
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Edição contém ilustrações

Impresso em papel snowbright com certificado ambiental

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