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Titulo Contos de Cantuária
Autores Geoffrey Chaucer, Daniel Jonas (Introdução, tradução e notas), Edward Burne-Jones (Ilustrador)
Género
Épica
Proposto por
Pedro Bernardo
Editor
Pedro Bernardo
Formato
15,5x23,5cm
N.º Páginas Estimado
560
Data Estimada
Novembro de 2017
Notas
O mais importante texto da literatura medieval europeia, que definiu toda a literatura como a conhecemos hoje.
Escritos entre 1386 e 1389, os 24 contos que compõem os «Contos de Cantuária» foram escritos por Geoffrey Chaucer ao estilo das grandes narrativas medievais e descrevem de forma mordaz a sociedade inglesa da época.

Um conjunto de peregrinos encontra-se numa estalagem e é desafiado para um concurso de histórias que terá como prémio um almoço gratuíto nessa estalagem aquando do seu regresso de Cantuária, da visita ao túmulo de São Thomas Becket. A obra foi construída à semelhança do «Decameron» de Boccaccio, que Chaucer terá lido aquando da sua missão diplomática a Itália em 1372.

As histórias dos peregrinos constituem o retrato notável de uma sociedade ao mesmo tempo distante e próxima da nossa e permitem diversos níveis de leitura e interpretação. Contribuem também para a fixação das bases da narrativa moderna nos mecanismos narrativos que empregam e nas estratégias e formas de estabelecer os diálogos.

Este clássico da literatura universal inspirou óperas, adaptações teatrais e várias adaptações televisivas e cinematográficas, das quais se destacam as de Powell e Pressburger ou de Pier Paolo Pasolini. Há também a destacar uma famosa homenagem musical de Sting.

A edição da E-Primatur conta com tradução do poeta e tradutor premiado Daniel Jonas e as ilustrações de Edward Burne-Jones, preparadas para a Kelmscott Press, do célebre escritor William Morris.

«Estes contos são o Decameron da literatura inglesa [...] e são a primeira narrativa em verso escrita em vernáculo. A sua fama e alcance histórico, social e cultural ultrapassam qualquer outro texto da sua época, sendo o seu primeiro texto verdadeiramente universal.» Harold Bloom
Geoffrey Chaucer (c. 1343-1400) é reconhecido universalmente como o pai da literatura inglesa.
Escritor, tradutor, filósofo e astrónomo, Chaucer foi também um funcionário público, diplomata e juiz. Homem versado em diversos conhecimentos, leitor em diversas línguas, acaba por ser no inglês vernáculo que escreve a maior parte das suas obras, numa época em que as línguas habituais do meio literário eram o francês e o latim.

Apesar de ter atingido alguma fama no seu tempo de vida, a reputação literária de Chaucer veio a estabelecer-se com a passagem do tempo.

«Chaucer conseguiu fazer algo que poucos autores do seu tempo (ou mesmo posteriores) atingiram: projectar o seu tempo e o seu mundo na imaginação de qualquer leitor de qualquer época.» Larry Benson

«Chaucer é o nosso avô literário, mas um avô que está sempre presente, a ponto de parecer plaúsivel imaginá-lo de braço dado com Dickens ou até com alguns escritores mais recentes de língua inglesa de vários pontos do globo, numa amena cavaqueira sobre os males da sociedade.» Seamus Heaney (Prémio Nobel da Literatura)
Sem informação.
Capa Dura com fitilho
Livro cosido
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