59.00€ 41.99 
Titulo Subscrição de Livros Exclusivos (Vols. 9 a 12)
Autores Diversos, André Gide, Louis Pergaud, Honoré de Balzac, Pierre Loti
Colecção
Exclusiva
Género
Subscrição
Proposto por
Hugo Xavier
Editor
Hugo Xavier
Formato
13x20cm
N.º Páginas
924
Data
Março, Junho, Setembro, Dezembro
Notas
Colecção de obras de venda exclusiva no site e em eventos com participação directa da editora (como Feiras do Livro).
A subscrição da Colecção Exclusiva da E-Primatur engloba os 4 volumes seguintes por publicar da colecção (assim, depois de publicado o volume 1, uma nova subscrição contempla os volumes 2, 3, 4 e 5 e assim por diante) e pode ser subscrita em qualquer momento, resultando num desconto médio de 30%.

Estas obras estarão apenas disponíveis para venda directa no nosso site ou em eventos como Feiras do Livro. Os livros poderão ser adquiridos individualmente pelo valor abaixo descrito após a data anunciada de publicação.

São pequenas tiragens de obras que dificilmente teriam lugar nos escaparates por se destinarem a públicos de eleição que são, por natureza, reduzidos.

Os livros serão publicados trimestralmente (no final de cada mês indicado) e serão enviados para os subscritores ou para os compradores do volume individual.

Próximos 4 volumes a publicar:

Vol. 9 (Março de 2026)
ISABELLE, de André Gide (tradução de João Pedro de Andrade)
(PVP sem subscrição: 12.00 €)

Um jovem académico aloja-se num château francês de província para estudar uma personalidade histórica local de relevo.
A família que o acolhe, uma família de nomeada mas algo decrépita como o château em que habita, tem relutância em falar de Isabelle, a filha cujo retrato ilumina o salão principal. Os segredos acumulam-se e o jovem académico começa a construir uma imagem dessa mulher de uma beleza ímpar. Mas quando Isabelle finalmente se materializa tudo se vai alterar num desenlace surpreendente que transforma todos os envolvidos.
Uma novela notável do prémio Nobel francês esgotada há décadas.

Vol. 10 (Junho de 2026)
A GUERRA DOS BOTÕES, de Louis Pergaud (tradução de Guilhermina A. Gomes)
(PVP sem subscrição: 17.00 €)

Publicado em 1912, este romance narra as batalhas travadas entre dois grupos rivais de rapazes de aldeias vizinhas do interior francês. Liderados por personagens como Lebrac, os miúdos envolvem-se em lutas quase quotidianas, armados de paus, fisgas e do engenho infantil, disputando território e honra com intensidade quase militar. O troféu de guerra mais simbólico e cruel é o botão: os vencidos voltam para casa com a roupa rasgada e os botões arrancados, o que lhes vale repreensões de pais e professores — mas não diminui o entusiasmo por novas escaramuças.
Considerado O Senhor das Moscas francês, tornou-se um clássico da literatura e foi adaptado ao cinema diversas vezes, com destaque para o célebre filme de Yves Robert (1962), e duas adaptações paralelas em 2011 por Yann Samuell e Christophe Barratier, que deram novos contextos históricos à trama. A obra também inspirou peças de teatro, banda desenhada e é frequentemente estudada nas escolas francesas. O romance permanece como um retrato intemporal da infância, das suas guerras simbólicas e da tensão entre liberdade e disciplina, com eco universal que transcende fronteiras culturais.

Vol. 11 (Setembro de 2026)
A ÚLTIMA ENCARNAÇÃO DE VAUTRIN, de Honoré de Balzac (tradução de Eduardo de Barros Lobo)
(PVP sem subscrição: 15.00 €)

Baseado na história de vida de Vidocq, o condenado que se tornou chefe das políciasde Paris, Balzac cria o seu «Vautrin». Neste romance de acção, posteriormente incluído na obra Esplendores e misérias das cortesãs, o cérebro brilhante que joga nos dois lados da lei põe e dispõe um tremendo jogo de xadrez que vem abalar os alicerces da vida como os parisienses a conheciam.

Vol. 12 (Dezembro de 2026)
OS ÚLTIMOS DIAS DE PEQUIM, de Pierre Loti (tradução de Raúl Proença)
(PVP sem subscrição: 18.00 €)

Em 1901, a associação de ginásios de artes marciais chinesa liderada por um ultranacionalista incita os seus membros por todo o império a revoltarem-se contra a presença de estrangeiros no país. Assim começa aquela que viria a ser designada como Revolta dos Boxers, que daria uma das machadadas finais no poder imperial chinês, preparando a Revolução Cultural.
No Bairro Internacional de Pequim, as legações diplomáticas e empresas internacionais vêem-se cercadas e sob ataque dos populares das forças revoltosas. A Imperatriz, num primeiro momento, autoriza uma força estrangeira a evacuar estes sitiados, mas logo depois, temendo piorar a situação de conflito, nega entrada a essa força internacional. Contra o édito imperial, a força internacional entra pela China adentro e evacua todas as legações internacionais. Dessa força fazia parte o Tenente Pierre Loti, já então um dos grandes escritores franceses do seu tempo. Este é um romance-reportagem contado em primeira mão, do primeiro conflito geopolítico do século XX. E de uma missão arriscada e corajosa.
Diversos
André Gide (1869-1951)
Foi um dos escritores franceses mais importantes do século XX.
Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atracção pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua actividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa colecção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o Autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

Louis Pergaud (1882–1915)
Foi um escritor e professor francês, vencedor do Prémio Goncourt em 1910 pela colectânea De Goupil à Margot, composta por contos sobre animais com forte carga simbólica. É sobretudo lembrado pelo romance La Guerre des boutons (1912), sátira da rivalidade entre grupos de crianças em aldeias vizinhas. Pacifista assumido, morreu nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, vítima do mesmo conflito que denunciara na sua escrita.

Honoré de Balzac (1799–1850)
Foi um omancista e contista francês, é figura maior do realismo francês. Autor de A Comédia Humana (constituida por mais de 90 obras independentes), retratou a França pós-napoleónica — dinheiro, ambição, ascensão social — com personagens recorrentes. Estudou Direito, passou por jornalismo/edição, escreveu apesar de dívidas, casou com Ewelina Hańska e influenciou Flaubert, Zola e Proust.

Pierre Loti (1850–1923)
Pseudónimo de Julien Viaud, foi um oficial da Marinha francesa e um dos mais destacados escritores do exotismo finissecular, cuja obra literária se alimenta directamente das longas viagens que realizou pela Ásia, África e Médio Oriente ao serviço naval; autor de romances e narrativas de forte cunho autobiográfico, como Aziyadé, Pêcheur d’Islande, Madame Chrysanthème ou Ramuntcho, Loti cultivou uma escrita melancólica e sensorial, marcada pela nostalgia, pelo culto do efémero e por uma visão idealizada de culturas percebidas como ameaçadas pela modernidade ocidental, alcançando grande notoriedade internacional em vida e sendo eleito membro da Académie Française em 1891.
Sem informação.
Sem informação.
Impresso em papel snowbright com certificado ambiental

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